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Planejamento Estratégico em tempos de crise econômica

Por: Almeida França

2 de agosto de 2016

Uma das principais características do mercado é a concorrência, e isto faz com que as empresas sempre tentem ser melhores e mais competitivas. Paul Tiffany e Steven Peterson, autores do livro Planejamento Estratégico para Dummies, comprovam que a receita e o crescimento de empresas que possuem planos estratégicos são, em média, 50% superiores àquelas que não realizam algum tipo de planejamento.

O Planejamento Estratégico (PE) é o guia que norteia as ações de uma organização para que essa alcance os objetivos e metas estabelecidas. Ele oferece uma visão sistemática da estrutura organizacional e permite flexibilidade e adaptação de acordo com fatores internos e externos que influenciam os negócios.

Uma crise econômica exige resiliência daqueles inseridos no comércio. Segundo a Bain & Company – organização que auxilia empresas a aumentar valor e gerar impacto financeiro –, dentro de uma determinada indústria, nem todas as empresas sofrem na mesma proporção diante de uma crise. O impacto depende fortemente do posicionamento estratégico.

A estratégia, quando bem elaborada, acarreta em vantagem competitiva no mercado, sendo fundamental para o bem-estar da empresa. Para isso, é preciso entender o negócio em questão e traçar objetivos adequados a ele. Portanto, o PE é necessário para que nenhuma destas decisões seja equivocada e atrapalhe o percurso da instituição.

O Planejamento Estratégico é, essencialmente, uma ferramenta estratégica de negócios, que deve ser fortalecido em tempos de incertezas. Por meio dele, é possível prever as dificuldades econômicas e elaborar planos para gerir crises antecipadamente. Em tais momentos, é preciso fazer escolhas – onde investir e onde cortar gastos –, e o estudo destes pontos pode conduzir os investimentos da companhia.

Com a crise política, social e econômica instalada no Brasil desde os últimos anos, a saída para muitos foi fechar as portas. Só em 2015, mais de 100 mil lojas no país optaram por cessar os negócios e, em São Paulo, o número de fábricas fechadas passou de 4 mil. Em 2010, o SEBRAE divulgou que 60% das empresas fecham até o segundo ano de atividade e, para estudiosos, essa taxa inclui a falta de planejamento como fator decisivo ao fracasso.

A Almeida França Engenharia possui o Planejamento Estratégico como estruturação da empresa. Em 2014, indicadores, metas e planos de ação foram reestruturados, continuando alinhados à inovação tecnológica, gestão e sustentabilidade, que já fazia parte do trabalho da empresa. O planejamento foi uma forma de organizar e maximizar os esforços para obter um melhor resultado e, desde então, a empresa continua a se consolidar no mercado.

Desse modo, é necessário ter visão estratégica para saber onde aplicar recursos para conseguir os retornos desejados, seja em meio à crise ou não. Os estudos de Marketing e Planejamento são cruciais nesse processo, tornando-o mais palpável e eficaz.

Por Marisa Wanzeller